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Do Kardex ao Código de Barras

 

Completei no último mês de janeiro cinquenta anos de idade, sendo os últimos trinta e um atuando no mercado automotivo. De 1987 até a presente data, trabalhei em duas das maiores empresas do ramo atacadista de autopeças do País, período em que tive a oportunidade de vivenciar uma incrível evolução tecnológica. Em setembro próximo, serão completados vinte e um anos na Distribuidora Automotiva – Filial Salvador, empresa que tenho o maior orgulho em fazer parte do seu quadro de colaboradores.

 

A evolução tecnológica trouxe avanços significativos:

 

Das “carroças” aos carros elétricos
Ao assumir a presidência da República em 1990, Fernando Collor de Mello condenou a indústria automobilística brasileira por produzir, segundo ele, “carroças”, em vez de automóveis de última geração, e projetou esse segmento empresarial como o símbolo do atraso da indústria nacional.


Principais meios de comunicação
Em dezembro de 1990 aconteceu a primeira ligação por telefone celular no Brasil. O aparelho Motorola PT-550, que ficou conhecido como 'tijolão', foi o primeiro celular vendido no Brasil. Aparelhos de telex e fax cederam lugar à internet e atualmente as equipes de vendas, principalmente, utilizam o Skype, telefonia celular, WhatsApp, E-commerce, dentre outros.

 

Nota eletrônica e cartões de débito/crédito
As notinhas de balcão, cheques pré-datados e promissórias, ainda que utilizadas em alguns pontos comerciais, cederam lugar aos cupons fiscais, notas fiscais eletrônicas e cartões de débito/crédito, tornando mais seguras as operações de vendas e possibilitando menores índices de inadimplência; aumento de produtividade; melhor controle dos números do negócio e menor margem de erro.

 

Fiscalização em tempo real
As visitas de fiscais fazendários que muitas vezes passavam uma semana na empresa analisando pilhas de papéis já não acontecem mais. Atualmente as fiscalizações, por conta da tecnologia, acontecem em tempo real e com muito mais precisão.

 

Gestão profissionalizada
Antes, o proprietário do negócio detinha o conhecimento técnico e ao mesmo tempo administrava as demais áreas da empresa. Hoje, precisa de apoio das áreas fiscal, financeira e administrativa.

 

Logística
Há trinta anos a frota circulante era consideravelmente menor. Eram poucos os modelos de veículos e, consequentemente, a quantidade de itens nos estoques das distribuidoras e das lojas de autopeças era pequena, embora antes do plano real, na época de inflação em alta, os estoques eram altos a fim de garantir melhores condições de comercialização e ganhos financeiros.

 

Conforme dados do Sindipeças, até 2017 a frota circulante brasileira de autoveículos contabilizou 43,4 milhões de unidades entre automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus. Para atender a esse mercado em constante crescimento, toda a cadeia produtiva precisa manter-se antenada aos avanços tecnológicos e, com isso, conseguir melhor atender ao cliente/consumidor que a cada dia está mais exigente.

 

Nesse contexto, o setor de logística ganhou papel fundamental, seja no mercado automotivo ou em qualquer outro ramo de negócio. O grande desafio da logística é realizar as entregas no menor prazo e custo possíveis, sem erros e avarias, com níveis de eficiência cada vez mais elevados.
 

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